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| As Sete Leis de Deus à humanidade | |
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Coisas que foram proibidas para os judeus, que a Torá relata como sendo "costume da Terra do Egito", ou "feitios dos cananeus, cuja terra vos dou", são coisas que contribuíram para o acréscimo da ira Divina e apressar o castigo sobre diversas nações no passado. a magia e seus métodos, suas explanações de "como alcançar a longevidade de dias", como ainda é propalado em "lojas" místicas, como o caso do "vampirismo", são coisas abomináveis perante o Alto. Infelizmente, poucos em nossos dias levam a sério os "arcanos",
O desenvolvimento das faculdades mentais dadas ao homem por Deus na criação não estão incluídas nisto, desde que se tenha o devido cuidado para não cair em coisas que possam levar à idolatria e a práticas distantes do que é o desígnio do Criador para os seres humanos, conforme explícito nas páginas precedentes, em resumo.
Saiba que há uma regra geral para ações místicas: estas conduzem à idolatria. Pergunta-se: Por que se importa tanto Deus com a idolatria? - Deus criou a humanidade para fazer-lhe bem ao final, e a idolatria conduz à obscenidade exacerbada, que afasta a humanidade de Deus, levando-a a trazer sobre si as próprias "influências cósmicas", como chamariam os místicos. Isto é, com o passar do tempo, após algumas gerações, a corrupção do gênero humano traria fomes, pestilências, e até mesmo o ocasionamento de desarmonia, provocando o belicismo no seio dos seres humanos. A obscenidade corrompera o Egito e Canaan, e sua raiz encontra-se no próprio esoterismo do Egito, que por sua vez - tem sua fonte na antiga "Soba", região mesopotâmica aramaica. Entre as práticas condenáveis da antiga nação de "Soba" encontram-se as práticas mágicas que causaram a decadência moral desta nação, culminando com sua destruição. Tais práticas foram assimiladas mais tarde pelos Egípcios, e o fruto dela praticado pelo povo, isto é, a obscenidade por si, pelos povos que habitavam a Terra de Israel, apesar de não pelo conhecimento dos arcanos como seus vizinhos egípcios. Muitas práticas mágicas de profundidade são mantidas ainda pelas ordens secretas cuja origem encontra-se no Egito, e predominam na atualidade no ocidente, ocultas sob emblemas cristãos e simbologias hebraicas. As simbologias míticas são geralmente "explicadas" ao principiante, sem que este saiba realmente o que é, como por exemplo, o "deus-sol" egípcio, representado pelo triângulo com um olho no centro, ou com a letra "iod", ou a letra "g" em países de escrita latina . o triângulo, sendo a menor figura geométrica,
- suas causas Na busca de trazer à humanidade um mundo equitativo, há o anelo de impor inconscientemente o senso místico,
A mentalidade humana pouco a pouco é transformada para agir e pensar de acordo com tais valores.
Em síntese, todas estas cousas vistas como "normais" na sociedade atual são exatamente as que trouxeram o fim dos cananeus, o fim da antiga Babilônia, e a queda do Império Egípcio. A meta dos grupos esotéricos pelo poderio pecuniário e plutocrático busca levar a humanidade a uma reforma como se fosse "modernista", a um mundo de "compreensão mútua" que envolve o admitir certas práticas como "virtudes", levando nações modernas ao reconhecimento de pessoas de mesmo sexo como casais em todos os sentidos e direitos. O ser humano ainda não é consciente de que deturpação corporal causa a deturpação mental até chegar a causar a cegueira espiritual, assim como o povo deturpado espiritualmente causará em alguns anos a perdição moral de seus filhos, pelas coisas corriqueiras que passam a ser vistas como absolutamente normais. Os únicos, até o momento, que tem estado despertos para a fomentação de tais ordens secretas e a propalação de suas idéias na humanidade, bem como de sua pretenção de são os muçulmanos fundamentalistas, em sua luta contra a influência idolátrica no mundo, e contra o misticismo egípcio em sua forma moderna. Foram eles os primeiros a propagar a tradução exata de nomes ocultos de heróis de filmes infantis em grego clássico, motivo pelo qual o famoso "Pokemon" foi proibido na Arábia Saudita. Todo "filho de Noé", assim como todo hebreu, deve estar cônscio de tais coisas, e determinar-se a si mesmo como apoiador do prélio da verdade em prol da humanidade em retorno a Deus. Quando algo ocorre com uma pessoa em particular, todo o público percebe que algo há de anormal. Quando, porém, as coisas sucedem-se através do público, dificilmente tornam-se percepetíveis aos olhos particulares, e se alguém vem alertar acerca das mesmas, este pode ser tido como lunático, como vesânico, ou pelo estilo. Todavia, os estudantes da história nos quais perdura ainda o senso chamado "fé", especialmente os que admitem haverem sido as escrituras oriundas de Deus, perguntam-se constantemente, quando percebem o que se passara com as gerações transatas no período bíblico, ou pós-diluviano: "Como puderam tão rapidamente afastar-se do que Deus havia ordenado, e ainda através de tantos sinais, e perante tantos olhos??" A resposta está aqui: as ordens egípcias buscaram estabelecer seu sistema, e ainda o fazem na atualidade. Seus estratagemas são vários, e efetivos, variados de acordo com a geração e a época à qual se dirigem. Elas são anteriores a Abraham, e perduraram através dos séculos em formas distintas, mas sempre mantendo o poder aquisitivo, organizado, dominante e modernista. Eles foram chamados "Pitagóricos", no período helenista, e tiveram outros nomes de acordo com o que bem lhes parecia, segundo as necessidades. A idolatria e a magia são os principais condutores ao que é obsceno, insano sexualmente, e de igual forma, os casos citados levam por fim à idolatria. Entre os Soba já era comum vestirem-se os sacerdotes como mulheres para determinadas funções, bem como as sacerdotisas, como sacerdotes. O que saía disto, não é preciso muito para explanar. Deturpação moral, seja entre os mesmos, como entre os que presenciavam aos serviços misteriosos, e com isto, acréscimo no sistema idolátrico, até que chegaram os cananeus a adorar a
Cabe lembrar a influência espiritual no meio ambiente, que apesar de ter conotações místicas, é inegável sua existência, e foi o que levou à destruição de toda carne no dilúvio, ou seja, incluindo os animais, por estarem também estes afetados pela obscenidade do ser humano da época. Os animais entre si perderam o instinto comum de espécie, e se relacionavam já sem ordem fixa. A partir da compreensão destes dois pormenores, percebemos que as coisas que não estão explicitamente proibidas conduzem gradativamente, pessoal e socialmente, à corrupção, à idolatria e ao juízo. Incluem-se nestas as práticas da magia e o lesbianismo.
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